Por Wilton Barroso

1212X, gravure sur bois et pointe séche, 40cm x 100cm, 2012

A Arte Contemporânea é a erudição e a complexificação da sua própria história universal. Não importa aonde em cima deste planeta ela vive. A sua erudição e complexificação propõem uma viagem do universal para o singular. Onde o singular desvende a grandeza do universal.

 

Diô Viana tem como sinal particular o regaste da memória da terra das águas. Da infância, o cenário magnífico de Santarém, PA e a lembrança do movimento das águas que ecoam oníricas na reflexão que fundamenta o seu trabalho. A pesquisa, busca em formas tornar visível esta sua memória.

 

Em devaneio, as águas de modo confuso, se cruzam e se confundem. De uma aparente desordem, emergem cursos regulares, simples, tranqüilizadores, mas que apenas disfarçam, uma interna e intensa, movimentação conservativa e interativa.

Vis viva!

 

 

Wilton.Barroso

Professeur de Philosiphie a l’université de Brasília

 

 

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